sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Repertório. "A origem das estrelas, A Sereia e o Uirapuru".


A Origem das Estrelas, A Sereia e o Uirapuru
Com A Origem das Estrela, A sereia e o Uirapuru a Cia Una D’Art. dá continuidade ao seu processo de pesquisa teatral fundamentada na fusão de linguagens cênicas.
Nessa investigação de múltiplas linguagens como a mascara, bonecos e a musica, resultou em um espetáculo para crianças que agradou jovens, adultos e idosos. A Origem das Estrelas, A sereia e o Uirapuru, foi criado a partir de varias histórias de domínio popular, que para os artistas da companhia foi um desafio enorme: vivenciar e compartilhar, através do teatro, as história mais tradicional de um dos país cheio de Lendas e Mitos. Esse processo incita a Cia Una D’Art a dar continuidade a seu trabalho de viver histórias.

Mizael Pedro na Biblioteca São Paulo (Carandiru)
Rogério Santos Biblioteca São Paulo

O presente projeto tem como objetivo dar continuidade à pesquisa e à prática artística da Cia Una D’Art., que em Março de 2012 completa sete anos de existência. E o espetáculo de Contação de Historias infanto-juvenil “A Origem das estrelas, A Sereia e O Uirapuru” o terceiro espetáculo infantil da Cia. (O Baú O Magico, Riotérrimar) ambos criados a partir da pesquisa de transformar em teatro, histórias tradicionais de diferentes partes do mundo.

JUSTIFICATIVA
Em todo o mundo, crianças e adultos ouvem narrativas fantásticas que os fazem sonhar, estando eles dormindo ou acordados. Histórias que passam de gerações a gerações e que, por mais que tenham sido contadas e escutadas, sempre carregam consigo o frescor da descoberta de que em algum lugar e em algum tempo, o impossível é, simplesmente, possível.
Personagens que adoraríamos ser ou conhecer de perto, situações que qualquer um adoraria vivenciar ao menos por alguns instantes. “Lá no meião não sei de onde...”, “Era uma vez...”, “Nunca ouviu falar?”, são frases que nos acompanham desde pequenos, iniciando a narração de acontecimentos extraordinários e revelando mundos incríveis que podem ensinar muitas coisas aos nossos mundos do dia-a-dia, que personagens guiados pelo desejo de transformação e que transformam seus desejos em grandes aventuras.
Para compartilhar com o público, diferentes elementos presentes nesses universos extraordinários, a Cia Una D’Art. pesquisa possibilidades de encenação dessas histórias. A companhia acredita que o teatro é um tempo e um espaço nos quais podem ser experimentados novos modos de viver, onde o desejo, aliado à criatividade, é capaz de transformar tudo. Acredita que no teatro Um Velho contador de Causos e Seus Dois Amigos, podem passar o resto da vida de Cidade em Cidade, de caminhada em caminhada, contando Histórias para alegrar os ouvintes de suas narrativas.
Por acreditar que no teatro tudo é possível, a companhia cria cenas utilizando diversos recursos de diferentes linguagens cênicas. Seus espetáculos são o resultado da pesquisa da intersecção de narração, música ao vivo, manipulação de bonecos, teatro de máscaras, teatro físico e mímica.
Realizar essa temporada possibilitará ao público presenciar e acompanhar o desenvolvimento da pesquisa do grupo e aos seus artistas compartilhar seus desafios e descobertas e, principalmente, suas aventuras prediletas.

APRESENTAÇÃO DA CIA UNA D’ART.
A Cia Una D’Art. que teve seu inicio em março de 2005. Apresenta em 25 de outubro 2005 o seu primeiro espetáculo infantil, O Palhacinho triste e a Rosa. Nesse trabalho, atores e músicos contaram a história de um Palhaço que não conseguia fazer as pessoas divertirem ou rir de suas palhaçadas.
Em 10 de outubro 2005 a Cia. estreia a peça “Canaã a Terra Prometida do Dramaturgo Jarbas Capusso Filho”. A peça atingiu um público de mais de 1.000 pessoas em sua curta temporada de apresentações. Direção: Ronaldo Dias
2006 - “EU TE PEGO NA SAIDA“ do dramaturgo Jarbas Capusso Filho. Direção: Ronaldo Dias
Neste mesmo ano a Cia, mostrou seu primeiro espetáculo autoral: “O Baú Mágico“ da dramaturga Rose Passos, atriz do Núcleo da Cia.
Neste processo houve o primeiro contato com o ator Joaz Campos, ator e Diretor da Cia Pé no Canto, Formado pela Escola de Artes Dramatica de São Paulo ( EAD) que ministrou um work shop sobre Comédia dell’art.
2007 - o Núcleo de Pesquisa da Cia., Dá sua impressão performática e interativa com “Bárbara a Bela”, espetáculo Clássico sobre a vida da inconfidente mineira Bárbara Eliodora Guilhermina da Silveira.
2008 - “O Mártir”, a história sobre a vida do Santo padroeiro da Cidade de Ibiúna, atingindo um enorme sucesso de crítica e público. Com este espetáculo a Cia Una D’Art. mostrou sua maturidade, levando ao público um espetáculo de altíssima qualidade. A música ao vivo mais uma vez foi fundamental para a pesquisa da Cia. Direção: Ronaldo Dias e Joaz Campos.
2008 - “Romeu e Julieta”, O primeiro espetáculo com longa duração (2h e20min), e mesmo assim, prendeu a atenção do público de Ibiúna, gerando comentários e crítica da imprensa local. Direção Ronaldo Dias e Joaz Campos.
2009/2010 “Riotérrimar”. Espetáculo cênico musical inspirado na tradição popular, bebemos em várias fontes que vão de festejos a crendices, sem tentar reproduzi-los ou imitá-los. Com este trabalho , buscamos as raízes da terra, a doçura dos rios e a força do mar, foi feito uma pesquisa intensa em livros, internet e depoimentos de pessoas envolvidas com a cultura popular, e partindo daí, passamos a adaptar os textos, e trabalhos feito pelos atores em parceria com a direção.
A música narra e conduz dentro da estrutura dramatúrgica a junção das estórias e dos personagens. O trabalho é realizado com músicos e atores, os músicos conquistam a palavra na cena e os atores, a musicalidade.
“Riotérrimar” recebeu 5 indicações no festival XI FACE – Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete – MG. (Indicações: Direção Joaz Campos, Ator: Ronaldo Dias, Figurinos, Dramaturgia e trilha sonora). Ganhou na categoria de Melhor Trilha Sonora. Direção Joaz Campos.
2011- “A Origem das Estrelas, A Sereia e o Uirapuru”.
Um espetáculo de Contação de Histórias, um velho e seus dois amigos de viagem contam Causos e Canções que colheram ao longo de suas trajetórias pela vida, o espetáculo brinca com a estrutura de um sarau para narrar suas histórias, falam do encantamento das sereias, das origens das estrelas e do belíssimo canto do Uirapuru. Inspirado na tradição Popular, usamos mascaras e a musicalidade para narrar estas histórias. Com o espetáculo “A Origem das Estrelas, a Sereia e o Uirapuru”, a Cia Una D´Art. buscou as raízes da terra, a doçura do ar e a força do mar, que através dos tempos nos trouxe tantas riquezas que fazem do nosso Pais um grande agregador de varias Culturas. Direção: Pamela Duncan.
2011 – “Raízes da Minha Terra” Espetáculo Cênico Musical, inspirado na Cultura Caipira (do Tupi Ka’ ap´ir ou Kaa-pira que seguinifica Cortador de Mato). Fernandes Tourinho conta Causos intercalado pela Dupla de cantores Mizael Pedro e Giovani Martins que cantam musicas Caipira e de Raiz. Direção: Pamela Duncan
A Cia. Una D’Art., em seus cinco anos de existência, já criou expectativas e interesse do público, e partindo deste princípio, a Cia., tem a pretensão de continuar investindo em conhecimento, com o objetivo de levar ao público suas inquietações, mas sempre com reflexão e qualidade artística.

Ronaldo Dias, Biblioteca São PauloA. Dez 2011. video

Apresentação em junho 2012


apresentação salão do turismo
Mizael Pedro, Julian Santos e Giovani Martins



sexta-feira, 22 de abril de 2011

1968, O Ultimo Ato / reATORES

Mais uma oficina de teatro no municipio de Ibiúna.
Esta é a quarta oficina que Ronaldo Dias,Diretor e fundador da Cia Una D´Art., orienta no municipio de Ibúna. A Oficina conta com a participação do diretor Joaz Campos na direção artística e os atores: Valdir Stevan, Mizael Pedro e Giovani Martins da Cia Una D´Art. Participação Especial do Diretor de Cultura Carlos Alegria.

A Oficina abordou a obra "1968 O Ano que Não Acabou" do escritor Zuenir Ventura.
O livro “1968, O Ano Que Não Terminou”, do escritor Zuenir Carlos Ventura retrata fatos importantes dessa época conturbada do Brasil e do mundo. Ibiúna também tem grande importância nessa época visto que foi um dos municípios que abrigou os estudantes que se reuniam em um sítio para dialogar sobre a repressão.

A abordagem dessa obra é relevante uma vez que retrata um aspecto político importante na História do Brasil e que muitos de Ibiúna ainda o desconhecem. Outro fato interessante é que o autor em tom narrativo cita personagens, obras e músicas que fizeram parte do período de forma bastante emblemática e que permitirá cenas ricas nessa oficina.

A proposta é trabalhar a linguagem teatral construindo a trilha sonora, exercícios práticos de eixo, vibração, triangulação, improvisação, jogos teatrais e ritmo. Paralelamente a esses exercícios, será proposto aos participantes escuta musical, onde serão utilizados CDs de músicas do cancioneiro popular, cantos de lavadeira, emboladas e repentes agregando a todo esse conhecimento o contato com a obra, “1968, O Ano Que Não Terminou”.

OBJETIVO:
Trabalhar técnicas teatrais a partir de jogos possibilitando ao participante criar repertório gestual, vocal, ampliar escuta musical, criar um espetáculo performático de no máximo 30 minutos.

Estudar e resgatar fatos históricos acontecidos na cidade de Ibiúna, a partir do livro “1968, O Ano Que Não Terminou, de Zuenir Carlos Ventura”.
O teatro não é apenas um espetáculo pronto como assistimos. O fazer teatral vai muito além desse simples ato de se apresentar. Apresentar-se é uma conseqüência de um trabalho que se inicia e traz como retorno um produto final.

Trabalhar o fazer teatral é alem de tudo buscar e adquirir conhecimento. A proposta dessa oficina é enriquecer os participantes levando-os ao contato não só com as técnicas teatrais mas também com fatos relevantes da história por meio da obra de de Zuenir Carlos Ventura”.A importância desse projeto é que fará com que o participante trabalhe literatura e o fazer teatral oportunizando-o a ter um repertorio maior, visando um olhar critico em relação ao mundo que o cerca. Abrirá um novo horizonte e ampliará informações, visto que uma das funções do teatro é o diálogo com o outro e com o novo, recondicionando assim, a mente a novos desafios.



O Resultado deste processo foi mostrado ao público no mês de Julho/2011 na casa de Cultura Ozorio do Amaral na Cidade de Ibiúna.


Foram inscritos 32 pessoas e Selecionados 30 alunos.
 

O Roteiro do espetáculo 1968 O Ultimo Ato foi Criado por  Ronaldo Dias e os textos desenvolvidos por Rose Passos, Ronaldo Dias e Joaz Campos

Parte da trilha foi Composta por Misael Pedro


lotado 
Rose Passos
A Atriz Fátima Barbieri  cena inspirada na peça Roda Viva de Chico Buarque 
Texto Escrito pelo Diretor e Ator Joaz Campos.















  



















No dia 15 de junho de 2013 este espetáculo voltou a ser apresentado na Praça da Matriz em Ibiúna no congresso da UEE